O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, anunciou que os preços da gasolina, diesel e GLP (gás liquefeito de petróleo, o gás de cozinha) vão cair para as distribuidoras a partir de amanhã. Mais cedo, a estatal anunciou uma nova política para precificação de combustíveis nas refinarias e o fim da paridade de importação,
O que o presidente da Petrobras disse Estamos abrasileirando os preços da Petrobras. Se posso produzir com custos brasileiros, em território nacional, usando para esse efeito a autossuficiência conquistada pelo país, por vários heróis, pessoas, estadistas, regimes diferentes, políticos preservaram a luta pela autossuficiência em petróleo; ela precisa valer alguma coisa, e fica refletida nesse momento da Petrobras. Isso é volta ao passado? Não necessariamente. Pode parecer, mas não é. Não estamos afastando o efeito da referência internacional, mas estamos colocando um filtro que a Petrobras consegue fazer, com sua capacidade de refino autóctone, para amortecer esses efeitos.
Segundo comunicado enviado nesta terça-feira, a nova política de preços vai usar "referências de mercado" como o custo alternativo do cliente, valor a ser priorizado na precificação, e valor marginal para a Petrobras. "O custo alternativo do cliente contempla as principais alternativas de suprimento, sejam fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos, já o valor marginal para a Petrobras é baseado no custo de oportunidade dadas as diversas alternativas para a companhia dentre elas, produção, importação e exportação do referido produto e/ou dos petróleos utilizados no refino.
O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou que, no posto, o litro da gasolina deve cair, em média, de R$ 5,49 para R$ 5,20; o diesel S10, de R$ 5,57 para R$ 5,18. Botijão de gás deve ficar abaixo dos R$ 100 pela primeira vez desde outubro de 2021. Segundo Prates, com preço médio ficará em em R$ 99,87 o botijão de 13 kg.